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Partilhas a dois de coisas que gostamos de viver com intensidade.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Regressos

Já não era tempo. Estávamos mesmo a precisar de tirar uns dias que antecedem as férias grandes do verão. E decidimos disfrutar um pouco de praia e de campo. Ficamos pelas praias da zona onde tivemos a sorte de apanhar ótimos dias de sol que nos confortaram a alma. Nada como o bater das ondas, céu azul brilhante e um sol radiante. A outra envolvente passou por um regresso às origens e ao interior de Portugal onde a calma dos campos fala connosco em silêncio e onde os animais do campo, como os burros, cabras, porcos, patos, galinhas e outros, fazem interromper esse quase silêncio no ambiente de paz que se vive no campo.

O mais pequeno acompanhou-nos e foi como sempre uma aventura, onde percorremos terras cuja beleza as imagens aqui descrevem. Foi bom juntar parte da família e viver momentos felizes que nos marcam e se gravam nas nossas memórias. Foram momentos de convívio, ternura e de amor.





















segunda-feira, 20 de junho de 2016

Sintra

Sintra foi o sítio escolhido para saborearmos o fim-de-semana prolongado.
Ficamos no Hotel Sintra Jardim, um hotel simples, sossegado e rodeado pela majestosa serra de Sintra.

Para jantar escolhemos a Petisqueira Casa (antiga Petisqueira Madalena), que aconselhamos vivamente, come-se muitíssimo bem e não é caro.























sexta-feira, 3 de junho de 2016

Junho em Lisboa

Uma espécie de poesia. Lisboa em Junho vestida de violeta, das pequenas flores dos jacanrandás.




quarta-feira, 1 de junho de 2016

À leveza

«Não forçar situações e fazer tudo para permanecer leve. Difícil, esta estratégia, mas vital para os surfistas e para todos os que não querem afundar nem perder a vaga. No mar, como na vida, não devemos forçar demasiado uma situação e, muito menos, apoiarmos-nos onde não estamos seguros. Se para um surfista a grande arte consiste em acompanhar o movimento do mar, para um leigo na matéria talvez não valha a pena insistir em fazer as coisas exclusivamente à sua maneira, mas articulando com os outros. Perder o orgulho passa por enfrentar a realidade de que ninguém é uma ilha, e que a força dos elementos (seja ela do mar, dos outros elementos naturais ou de elementos humanos) pode ser mais forte que as nossas próprias forças. E assim voltamos à primeira lição, sobre a humildade dos surfistas perante a imensidão das forças do mar, das correntes e dos ventos. À humildade, mas também à leveza de encontrar estratégias para se fazer leve, para largar carga, para não carregar fardos demasiado pesados que fazem afundar.»

Quem escreve assim: Laurinda Alves









segunda-feira, 30 de maio de 2016

Palácio Chiado



Mais um fim-de-semana e mais um local que fomos conhecer na nossa capital. E podemos dizer que não haverá espaço igual no País. O Palácio Chiado nasceu em finais do século XVIII mas é do mais moderno que se fez nos últimos anos em Lisboa. Foi morada de nobres e hoje é a casa de sete restaurantes e um bar. Um espaço de dois andares que acolhe em cada sala centenária ofertas de restauração distintas e com uma arquitetura e decoração absolutamente deslumbrantes.
 




 

quarta-feira, 25 de maio de 2016

À flor da pele



Significado de à flor da pele: Momento em que as emoções superam a razão, em que os sentimentos brotam como o suor que sai da pele.

Como mãe também tenho direitos e não só deveres (ponto).

Tenho o direito (penso eu) de ficar magoada, lixada, revoltada e triste, etc.

A situação de mentira, de não aceitar regras no seio familiar, de chantagem emocional, fez-me decidir acabar com democracia lá por casa.

 
foto de: Gustavo Lacerda