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terça-feira, 8 de março de 2016

Filme do fim-de-semana

Como havíamos dito, fomos ver este fim-de-semana o filme “Mon Roi” (Meu Rei), realização de Maïwenn, argumento de Etienne Comar e Maïwenn, e produção de Alain Attal, contendo no elenco nomes como Emmanuelle Bercot, Isild Le Besco, Louis Garrel, e Vincent Cassel. Este drama conta a história de Tony (Emmanuelle Bercot) uma Advogada que tem um acidente grave numa instância de Ski  e fica internada num centro de reabilitação dependente de apoio médico e de analgésicos, onde vai tendo recordações da sua vivência com Georgio (Vincent Cassel), vivência essa que se verificou algo tumultuosa e ao mesmo tempo intensa de paixão, sufocante e destrutiva.

sexta-feira, 4 de março de 2016

Fim de semana à vista

Estes são os nossos planos para este fim de semana:


Uma ida ao cinema ver o filme "Meu Rei"


Um passeio a pé à Tapada da Ajuda

https://www.isa.ulisboa.pt/visitantes/tapada-da-ajuda

 

Uma ida ao museu (este domingo temos museus grátis) ao Palácio Nacional da Ajuda

http://www.palacioajuda.pt/pt-PT/informacoes/ContentDetail.aspx

Uma visita ao mercado Rural no Lx Factory
http://www.lxrural.com/  


Bom Fim de Semana!!!


quinta-feira, 3 de março de 2016

Detox para os rins

Chá de salsa para limpar os nossos rins:
   
Pegue num molho de salsa e lave bem. De seguida corte-a bem picadinha e ponha-a num tacho com água limpa.
Ferva por 10 minutos e deixe arrefecer.
Coe e coloque a água numa jarra com tampa e guarde no frigorífico.
Beba um copo todos os dias durante 1 semana. Irá notar que o sal e os outros toxinas acumulados nos rins sairão pela urina.
A salsa contém também:
Vitamina C (166mg por 100g) - 3 vezes mais que a laranja.
ferro (5.5mg /100g),
magnésio (2.7mg / 100g),
cálcio (245mg / 100g) e
potássio (1mg / 100g)
A Salsa é uma planta medicinal que tem um verdadeiro poder diurético. A sua alta concentração de vitamina C ajuda na absorção de ferro.
Contra indicações e pontos a considerar:
O consumo do chá de salsa é contra indicado a mulheres grávidas
O chá não deve ser bebido poucas horas antes de se deitar, pois suas as propriedades diuréticas podem interromper o sono.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Despeço-me sempre do meu avô com um até amanhã.

Despeço-me sempre do meu avô com um até amanhã.
Pelo seu avançar acelerado na idade (sim, eu sei, à mesma cadência com que eu avanço na minha), sinto os reflexos, as palavras, a articulação do seu ser a esgotarem-se. Ainda mantém a vivacidade, claro que sim: conduz, vai ali e acolá e mantém rotinas que não abdica - em especial, a compra do jornal, que folheia mais do que lê, mas que lhe é, essencialmente, uma companhia. Indispensável.
Despeço-me sempre do meu avô com um até amanhã.
No outro dia, a meio da preparação de um jantar – não referi ainda mas, uma das qualidades do meu avô, é saber cozinhar maravilhosamente bem – enquanto tentava equilibrar na sua mente onde é que o azeite estava guardado, para salpicar mais um pouco a carne que cozinhava no forno, atirou um:
- Ando a preparar uma coisa para ti… mas não está completo. – E continuou – Faltam algumas folhas, fala com os teus amigos que eles podem ter repetidos.
Pensei em cromos, pensei em livros, pensei em muita coisa. Coisas assim, no geral, que os meus amigos comprassem e tivessem adquirido em duplicado.
Ele tirou o avental, saiu da cozinha com o seu andar compassado e eu fiquei à espera.
Voltou com um monte de “fichas de cozinha”, onde em cada uma delas configurava uma receita. Vim a descobrir depois: foram compradas juntamente com o jornal que ele, religiosamente, segue.
Voltou a reforçar:
– Filha, faltam duas ou três receitas, das semanas que estive de férias. Fala com algum amigo. Pode ser que tenham repetido - para que consigas completar a tua colecção. – Amontou-as direitinhas, enquanto voltava a vestir o avental e entregou-mas.
Agradeci-lhe. E sorri para não chorar.
Despeço-me sempre do meu avô com um até amanha. E, dado que não falamos todos os dias (embora falemos com muita regularidade), o até amanhã afunda-se muitas vezes, invariavelmente, nas profundezas da não concretização.
Não sei se já disse, mas o meu avô adora cozinhar, adora um bom assado, uma boa carne e de passear o jornal, enquanto adormece sobre as suas páginas abertas. Não sei se já disse mas a minha colecção, cuidadosamente feita pelo meu avô para mim, não está completa.
Se alguém a tiver feito, por favor apite, que prometo trocar a volta ao hábito e aplicar um até logo ao invés do já habitual até amanhã.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Da 7 Arte


Como verdadeiros adeptos da 7 arte, aqui estamos nós com mais umas sugestões de filmes que tivemos o prazer de ver nas últimas semanas, a saber:

Spotlight (O caso Spotlight)

Conta a cativante e verídica história da investigação realizada pelo Jornal Boston Globe e premiada com o Prémio Pulitzer, de abuso no seio da igreja católica que desvendou décadas de encobrimento aos mais altos níveis das instituições de Boston -  religiosas, legais, e mesmo do governo.

Carol

Conta a história de duas mulheres que se apaixonam de forma profunda e sedutora. Retrata Nova Iorque no início da década de 1950, onde Therese Belivet (Rooney Mara) trabalha numa loja em Manhattan e sonha com uma vida mais gratificante quando conhece Carol Aird (Cate Blanchett), uma mulher sedutora presa a um casamento fracassado. Carol baseia-se no romance de Patricia Highsmith.

Quarto (Room)

É um filme de grande suspense e ao mesmo tempo bastante emocional. Conta a história de forma única e comovente do inquebrável amor entre uma mãe e o seu filho. Depois de Jack (Jacob Tremblay), de 5 anos, e a sua mãe (Brie Larson) terem escapado ao enclausuramento que Jack conheceu durante toda a sua vida, este último descobre o fascinante mundo exterior, ao passo que a mãe vai tentando ultrapassar as marcas do enclausuramento vivido e de onde nasceu Jack.

Mustang

Em pleno início de verão numa típica aldeia no norte da Turquia, Lale e as suas quatro irmãs órfãos de pai e mãe, todas estudantes, divertem-se como normais adolescentes com os amigos e colegas e o seu comportamento apesar de inocente, provoca um escândalo de consequências inesperadas no seio de uma comunidade ainda muito enraizada nas tradições muçulmanas totalmente contrárias às culturas subsistentes nas sociedades modernas, onde a Turquia se insere. O filme retrata uma casa da família transformada lentamente numa prisão, em que a escola é substituída por aulas de tarefas domésticas e de culinária, e em que os casamentos das jovens começam a ser preparados à sua revelia. Ao mesmo tempo espelha a vontade das cinco irmãs lutarem pela sua própria liberdade. “Mustang”, tal como o nome indica (cavalos selvagens), retrata assim a adolescência bela e indomável destas cinco heroínas.